Com a análise dos resultados construiu-se um gráfico nas aulas de
matemática e com a ajuda da professora Flávia, que nos elucidou acerca das
plantas calmantes ou estimulantes. Assim concluímos que a silva, urze,
mentrastos e dente de leão têm efeito calmante ao contrário da Erva S. Roberto,
giesta e funcho que são estimulantes.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Trabalho Laboratorial
Em trabalho laboratorial
foram feitas várias infusões com as plantas recolhidas. Para tal foram
previamente secas, selecionadas, pesadas e feitas as várias infusões, sete no
total. Observaram-se as dáfnias ao microscópio. Posteriormente fez-se a diluição
das infusões preparadas a 30% para poder aplicar nas dáfnias e avaliar o seu
efeito calmante/estimulante.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Recolha de plantas aromáticas para infusões – Trabalho de campo
Os professores e alunos
participaram numa saída de campo, que se estendeu por 4Km com partida da
escola. Nesta visita todos recolheram amostras de plantas que posteriormente
foram trazidas para o laboratório da escola para serem analisadas e
catalogadas. Vários docentes intervieram, participando na recolha das plantas
aromáticas e aprenderam, eles também, acerca das plantas existentes na zona,
qual o seu aspeto e como podem ser usadas. Participaram nesta visita os alunos
e docente coordenadora do projeto e os docentes que contribuíram para o
enriquecimento do projeto: professor Jorge (EF); Paula (Biologia e Geologia);
Luís (Geografia); Susana (FQ); Elisabete (Mat) e Maria França (Espanhol).
terça-feira, 6 de maio de 2014
Preparação da câmara de cultura para as dáfnias e algas
O material necessário à
cultura das dáfnias foi esterilizado e preparada a câmara de cultura (local
físico onde as dáfnias e algas iriam ficar). A câmara de cultura usada foi um antigo
aquário, que foi higienizado e
desinfetado e preparado de forma a reunir as condições ótimas, em termos de
temperatura, arejamento e luz, para a manutenção das culturas de dáfnias e
algas. A amostra de algas Chlorella vulgaris e Dáfnias magna foram
cedidas pelo CIIMAR. Contactamos o CIIMAR, inicialmente nos meados do mês
de março, mas infelizmente não se conseguiu manter a cultura. Uma segunda vez
contactados, forneceram mais uma amostra de algas e dáfnias, a partir da qual foram
feitas várias réplicas, tendo-se obtido uma população considerável de dáfnias que
nos permitiram desenvolver o projeto.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Pesquisa bibliográfica e recolha de saberes empíricos de populações locais
O projeto teve início com um trabalho de pesquisa bibliográfica acerca
das plantas aromáticas existentes na região. Em paralelo foi feita uma recolha
dos saberes populares acerca das plantas mais usadas para infusões e para que
efeitos eram antigamente utilizadas.
Elaborou-se o percurso a tomar (foto) na saída de campo (com a ajuda
do Professor Jorge de Educação Física) e fez-se uma lista das plantas
aromáticas a recolher.
· Lista de plantas: mentrasto;
silva (folhas jovens); trevo; urze branca e rosa; dente de leão; diabelha; erva
de S. Roberto; funcho; giesta; giesta branca (flor) e malva.
domingo, 30 de março de 2014
O início
Foi apresentado, aos alunos de 9º ano de escolaridade o Concurso ao Prémio Fundação Ilídio Pinho - Ciência na Escola. Foram selecionados os 15 melhores alunos de 9º ano à disciplina de Ciências Naturais.
Após uma primeira reunião, decidimos fazer a candidatura com o projeto "Uma pulga... um chá...o que dará???"
O presente projeto surgiu no âmbito da disciplina
de Ciências Naturais de nono ano de escolaridade, e foi desenvolvido por um
grupo de alunos das turmas 9ºA, B, C e D, com o objetivo de contactar com conteúdos e
técnicas que vão para além do contexto de sala de aula e do programa curricular
da disciplina. Pretendeu-se que os alunos inscritos desenvolvam as suas
capacidades no âmbito cognitivo e experimental como o domínio de técnicas
laboratoriais tornando o ensino das ciências mais prático, dinâmico e atrativo,
seguindo a metodologia científica como forma de aplicação da perspetiva de
ensino por pesquisa.
Os
principais objetivos deste trabalho prenderam-se com:
- Identificar as principais plantas aromáticas
locais usadas e recolhidas na região;
- Catalogar as principais plantas aromáticas
autóctones da região;
- Testar a capacidade relaxante/calmante de
infusões de plantas aromáticas no ritmo cardíaco de Daphnias;
- Identificar algumas características das
plantas aromáticas usadas, nomeadamente capacidade calmante/relaxante ou
excitante;
- Divulgar as plantas aromáticas autóctones mais usadas e seus efeitos;
- Desenvolver competências ao nível de trabalho experimental, laboratorial e de campo;
- Promover um projeto de investigação
científica com carácter pedagógico;
- Construir um jardim de plantas aromáticas na
escola;
- Contactar e aprender com pessoas locais que
guardam saberes empíricos que devem ser preservados e registados.
- Valorizar as potencialidades dos recursos
biológicos existentes na região e divulgá-los.
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